quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Vamos às compras?!

As nossas gavetas continuam cheias com as roupas de verão mas a verdade é que o outono está a chegar pouco a pouco. De manhã e ao fim da tarde já apetece uma manga comprida e nos dias de chuva e temperatura mais baixa meias pelo joelho e um casaco mais quente. Esta semana já espreitei as novidades e tendências para a nova estação. A oferta é muito variada e para todos os gostos, sobretudo para as meninas, o que não é novidade, muitas bolinhas, estampas, texturas e xadrez.
Inspirada nos tons e estilos de  que gosto, selecionei um conjunto de kits com peças que adoro e que ficam giríssimas nos nossos meninos. Gosto muito dos clássicos mas também do estilo casual urban, o segredo é adaptar as peças ao nosso gosto pessoal, brincar com os diferentes estilos, cores e padrões e criar looks práticos e super giros.
As nossas cores para esta estação são o azul, o cinza, o branco com pequenos apontamentos de ocre e bordeuax.
Já vos deixei a dica de alguns kits das lojas que mais gosto aqui, desta vez, os nossos kits são, quase todos, de marcas portuguesas que fazem um trabalho excecional, peças inspiradas nas novas tendências mas sempre com um cunho pessoal que as tornam únicas, desde o estilo mais clássico ao mais cool não faltam sugestões.

Deixo aqui algumas sugestões de peças que adoro e que já fazem parte da nossa lista para esta estação:
E o que dizer destes kits da MIM-Castil, lindos de morrer, gosto do contraste do tom aqua no primeiro kit, adoro o tecido e o tom azul dos calções do segundo.
 
A marca Piu Piu a mesma perdição de sempre, peças que são um mimo, têm tanto de simples quanto de perfeitas. Uma coleção irresistível, adoro as malhas, os tons, os padrões, tudo, tudinho!
 
Os nossos príncipes vão ficar o máximo nestes conjuntos da Cosythings, não são giríssimos?
 
O xadrez, os quadrados e as riscas continuam a ser uma tendência. Nunca saem de moda!
Coobie
 
Túnicas Tapa Fraldas e Tic Tac, conjuntos Maria Gorda e Maria do Laço
 
Túnicas Tic Tac e Tapa Fraldas, camisas Sal e Pimenta e Little Angels
 
Estas túnicas conjugadas com umas calças de ganga ficam giríssimas! Um must-have para esta estação.

As jardineiras são intemporais, adoro o modelo e a cor destas da Moments de Bonheur e a camisa?! um mimo. Adoro!
 
Dois kits com ar mais cool, práticos e super giros!
 Tocoto
 
Mini by luna

Aqui está a prova de que "o que é nacional é bom", de qualidade e de imenso bom gosto! TOP
 
Era impossível mostrar tudo num único post, então outros como estes virão... Espero que gostem!!!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dias simples mas felizes!!!

Aproveitámos ao máximo o fim de semana, como tem mesmo de ser! Estes dias convidam a passeios ao ar livre e a aproveitar cada minuto do dia! E foi isso que fizemos...
O nosso fim de semana teve sabor a gelado de morango, o som das palmas e das risadas das crianças, do canto dos pássaros e das ondas a rebentar na areia, o cheiro a mar, a cor do céu e das árvores que nele baloiçam e a melhor das visões, o sorriso do nosso filho.
No sábado, fomos ao teatro e depois aproveitámos para passear junto à ria, entre brincadeiras e corridas nem demos pelo tempo passar, quando regressámos a casa já era noite. No domingo, passámos a manhã no jardim, este de que vos falei aqui, demos milho as pombos, corremos atrás dos pavões, e o D, finalmente, descobriu que afinal é super divertido andar de baloiço. À tarde, com o calor que estava, pegámos no saco XL e fomos para a praia e ficámos por ali, entre os brinquedos do D e os nossos sonhos embalados pelo som das ondas, conversámos, corremos, fizemos planos, tirámos fotografias... e o sol adormeceu no mar com a mesma calma que trouxemos no coração.
Dias simples mas felizes!!!
 








 
E o vosso, como foi?
 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Há um bicho mau debaixo da cama!


Pela Dra. Ema Barros Mendes
Psicóloga Clínica de Crianças
 e Jovens
Existem quatro emoções básicas que são fundamentais para que seja possível conhecermos o que nos rodeia e dar-lhe um significado, de forma a nos adaptarmos e sobrevivermos. Uma dessas emoções é o medo. Este manifesta-se por um aumento do ritmo cardíaco e respiratório, tremores, sudação, boca seca, ruborização, dores no estômago e/ou calafrios. É uma resposta inata em situações percecionadas como ameaçadoras, sendo um reportório fundamental com o qual nascemos e que prepara uma resposta do nosso corpo perante este tipo de situações. Damos uma resposta de luta, imobilidade ou fuga quando é percecionado um perigo eminente.
Os medos são necessários em determinadas idades para que as crianças se protejam das ameaças. A ansiedade de separação evita o afastamento dos progenitores e o medo de sítios escuros, animais e de estar sozinha protegem de igual modo a criança de situações potenciais de risco para si. O medo das alturas na fase em que começam a gatinhar, também evita quedas e ferimentos. Deste modo, as crianças que não têm medo estão mais sujeitas a exposição a perigos.
Uma vez que têm um valor adaptativo os medos vão desaparecendo gradualmente e sendo substituídos por outros, em cada fase de desenvolvimento. Existem então medos expectáveis para cada idade que poderão variar de acordo com a criança.
 
Medos normativos/adaptativos:
 
Dos 0 aos 6 meses: Ruídos fortes
 
Dos 6 aos 12 meses: Alturas, pessoas estranhas e separação das figuras de vinculação, geralmente os pais.

 
De 1 aos 2 anos e meio: Ansiedade de separação das figuras de vinculação, tempestades e animais pequenos.
 
Dos 2 anos e meio aos 6 anos: Aqui dá-se uma evolução cognitiva – medo de seres imaginários: bruxas, monstros, fantasmas, escuro, animais, catástrofes e medo de estar sozinha. Nesta fase se a criança sonhar com um monstro pode ter receio que este esteja debaixo da sua cama.

 
Dos 6 aos 11 anos: Nesta fase os medos são mais realistas, aqui já consegue diferenciar uma representação sua subjetiva (monstros) da realidade objetiva, deixando de temer seres imaginários. Começa a ter medo de danos corporais: doenças, acidentes ou morte. Tem também medo das agressões, ladrões e raptos.

 
Dos 11 aos 13 anos: Preocupa-se com as mudanças que o seu corpo sofreu, com os relacionamentos interpessoais, a crítica ou rejeição na sua relação com os pares (colegas ou amigos) o que é fundamental para a sua integração social. Preocupa-se ainda com o rendimento escolar e com o conflito parental e/ou divórcio dos progenitores.

 
Dos 13 aos 18 anos: Aqui tem uma necessidade mais intensa de individualização pela construção do seu processo de autonomia com maior preocupação com os relacionamentos interpessoais, sucessos académicos e desportivos, tornando-se fundamental ser reconhecido/a pelo outro. Maior preocupação com a auto-imagem, sexualidade e autonomia. Aqui o/a jovem começa a querer procurar a sua própria identidade, procurando afirmar-se junto dos pares.

A Personagem Boo do filme “Monstros S.A.” da Pixar
desenhou o mostro que a assusta antes de dormir.
Assim, os medos poderão ser adaptativos ou desadaptativos consoante a idade da criança ou jovem, a intensidade, duração, frequência e/ou sofrimento associado. É ainda importante ter em linha de conta em que medida um medo condiciona os contactos sociais ou as atividades lúdicas da criança ou jovem. Se deixar de ir à casa de um/a amigo/a porque este/a tem um cão ou porque não consegue estar longe dos pais, estes medos estão a privá-lo/a de fazer atividades do seu interesse e fundamentais para o seu desenvolvimento. É então, nas situações acima referidas, que o medo constitui um problema por condicionar a vida das crianças ou jovens, contudo, quando é adaptativo assume um papel importante no crescimento.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

As Cores dos Amores

As nuvens estavam cor-de-rosa. Joana olhava-as através das bolas de sabão que soprava e que subiam rumo ao céu.
- Vá, mana, sopra! – pedia João com palavras atabalhoadas  que, naquele verde prado ao vento, iam depois poisar nos ouvidos da irmã.
Joana descolava então o seu olhar do céu e, enternecida com a doçura da voz que ouvia, soprava, vendo-o depois correr atrás das bolas. Inundadas de luz, pareciam levar com elas o arco-íris.
alt- Está ali um castelo! – exclamou Joana, agora deitada na erva fresca, dando início ao jogo ‘o que escondem as nuvens’.
- E ali um cão! – dizia João, apontando para uma nuvem que, mudando de forma, parecia agora correr.
- E eu vejo… um coração! – disse a mãe, deitando-se entre os dois filhos e entrando na brincadeira que lhe recordava a sua própria infância.
- Pois é, ali! – apontou Joana – É o símbolo do amor, não é?
- É… o símbolo dos amores… - respondeu a mãe.
- Amores?... Há mais que um amor? – perguntou Joana, pensativa.
- Há muitos, todos grandiosos! E não se sentem apenas no coração que bate acelerado… Sentem-se em todo o corpo: nos olhos brilhantes, no sorriso mais bonito, nos pêlos dos braços que se eriçam, nas pernas que às vezes tremem, na barriga que parece ter borboletas a esvoaçarem dentro dela.
Joana sentara-se. Os seus dez anos estavam a transbordar de curiosidade e as palavras da mãe eram como as bolachas de canela da avó. Queria sempre mais uma…
- Mas porque falaste em amores? No plural?...
- Bem… Podemos amar um filho, uma mãe ou um pai, um irmão, um namorado, um amigo, a Natureza… são amores diferentes. Mas há algo comum a todos eles… Depois vais tu dizer-me o quê, está bem? – desafiou a mãe, então com o João aninhado no seu colo. Apesar dos seus três anos, gostava de ouvir as explicações da mamã. Eram melodias compostas de palavras doces e sábias.
- Mas amor é amor, ou não? – contestou Joana, ainda com dúvidas.
- Olha, os amores são como as cores. O amor entre irmãos é cor-de-rosa. Ternurento, cúmplice, brincalhão. É o amor de uma meninice partilhada com brincadeiras… e também algumas desavenças – disse a mãe, sorrindo e acariciando os cabelos encaracolados do seu menino – É o amor que crescerá convosco e que será cada dia maior, tal como vocês serão cada dia mais altos. É a certeza de haver alguém sempre connosco, aquele que partilhou a mesma casa, o pai e a mãe.
Joana olhou o irmãozinho, segurando-lhe a mão rechonchuda.
- É assim mesmo o meu amor por ti, João. Cor-de-rosa muito claro… E o amor entre os papás? De que cor é?! – perguntou a menina, corando ligeiramente.
- O amor entre os pais começa por ser vermelho, quando se apaixonam. Contam os minutos para estarem perto um do outro, abraçam-se e beijam-se muito… - explicou a mãe, observando os risinhos envergonhados de Joana – e depois, a cor muda para amarelo polvilhado de pozinhos dourados... É uma cor mais serena cheia de esperança de uma vida conjunta, criando uma família, com o nascimento dos filhos. É uma cor que brilha, pela felicidade que é partilhar a vida com uma pessoa que nos completa… e que amamos.
- E de que cor é o amor que temos pelos amigos? A esse amor chama-se amizade? – perguntou Joana, lembrando-se do que sentia pela Matilde, a sua melhor amiga.
- Bem, de facto amizade é o nome que se dá ao sentimento que temos pelos amigos. Mas temos amigos tão especiais que o sentimento é maior que a amizade. São amigos que parecem irmãos e então, o que temos por eles é amor. São como irmãos que nasceram de outros pais – gracejou a mãe, bem-disposta, sentindo o pôr-do-sol, morno, no rosto – É o amor azul. Um azul de céu de Verão, límpido e apaziguante.
- É assim com a Matilde… A nossa relação é, sem dúvida, azul! Falaste na Natureza… Também se pode amar? – indagou Joana.
- Sim, princesa! Podemos e devemos amar os animais, os rios, as flores, as árvores. Amar a Natureza é amar a casa de todos nós. E é um amor verde, como um lago em sossego. E, ao amar a Natureza, nasce em nós o desejo de a ajudar. Amar uma flor é tratá-la e admirá-la. Não é colhê-la.
- Nunca tinha pensado nisso… E acho que essa é a resposta à pergunta que me fizeste! – exclamou Joana, satisfeita por ter encontrado a solução para o desafio que a mãe lhe colocara.
- Como assim, filha?
- Amar não é possuir, pois não? Amar é ajudar, partilhar e deixar livre… Se quisermos possuir, é porque não é amor verdadeiro – disse Joana, agora novamente deitada na erva e de olhos fixos nas nuvens. Nuvens que dançavam ao sabor da voz da mãe.
A mãe estava agora de lágrimas nos olhos. Rolavam perfeitas e pareciam clamar pelo amor em falta em toda aquela conversa: o amor branco.
- Porque choras, mamã? – perguntou João, limpando com a sua doçura de criança as lágrimas do rosto da mãe.
- Estas são as lágrimas que nascem do amor branco, meus filhos. É o amor de mãe e de pai. É o sentimento que nasce em nós quando sabemos que um bebé do tamanho de um bago de arroz está a crescer na barriga. É branco porque tem todas as possibilidades: o amarelo quando brincamos juntos nos baloiços, o cor-de-rosa quando nos aninhamos no sofá numa tarde chuvosa de Domingo, o castanho quando fazemos juntos um bolo de chocolate…
- … o cor-de-laranja quando nos lês um livro de aventuras, o azul quando corremos na praia, o verde quando calçamos as galochas e saltamos nas poças de água! – continuou Joana, radiante.
- E preto, mamã? – perguntou João, percebendo que raramente se falava naquela cor escura.
- O preto aparece no coração dos papás ao verem um filho doente… - respondeu a mãe, cujo olhar assumiu essa cor por instantes – Mas este amor também pode ser vermelho, quando os pais ralham!... – continuou depois, fingindo-se zangada.
-Mas se ralham, não é amor… - respondeu Joana, vendo que a lua se acendera já no céu.
- Ai é, é. Quando os papás se zangam, fazem-no porque querem ensinar os filhos a fazerem o que é correto. Também aí há amor, embora ruidoso! Mas a maior parte das vezes, o amor de mãe e de pai é mesmo branco… é completo, maior que a distância da Terra à lua – continuou a mãe, abraçando os dois filhos.
- Posso dizer-te qual é a cor do meu amor por ti, mamã? – perguntou Joana.
- Sim, princesa. De que cor é? – retorquiu a mãe, curiosa.
- É violeta. Como os lilases que vejo da janela quando me dizes ‘bom-dia’ . Como a fada que dorme comigo e me protege dos sonhos maus. Um abraço teu faz passar todos os medos e o teu sorriso é como o sol que nasce. Todos os dias.
Uma bola de sabão que ainda por ali voava veio rebentar no nariz do João. Entornou então nos três corações todas as cores do arco-íris. Todas as cores dos amores.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Doçura ou Travessura?

Dou imenso valor às tradições e tento passar isso ao D mas confesso que esta não é uma data que tivéssemos o hábito de celebrar cá em casa, talvez por não ser uma tradição portuguesa mas a verdade é que o Halloween, ou Dia das Bruxas como também é conhecido, tornou-se uma moda!
Com a chegada do D qualquer data é um pretexto para fazer uma festa e o Halloween não é exceção. O ano passado arranjámos uma abóbora, retirámos-lhe o interior, que aproveitámos para fazer doce,  colocámos uma vela  e pusemo-la à porta, o D adorou, passava o tempo a soprar a vela e bater palmas. Ainda enchemos um frasco com doces para os miúdos que tocassem à campainha a pedir "doce ou travessura! O D era pequenito e quando via os miúdos ficava muito admirado mas achava imensa graça entregar-lhes os doces. A verdade é que seja qual for a data, os miúdos divertem-se sempre imenso com estas atividades. A brincadeira e a imaginação faz parte da essência de ser criança e nós devemos viver com eles estas aventuras!!!
 
Sei que ainda faltam alguns dias mas deixo aqui algumas inspirações giras e "assustadoras" para o Halloween!!!
 
Ideias super simples que os miúdos vão adorar para decorar a casa!!!
E que tal umas hambúrgueres, tostas, salsichas, pizzas ou ovos assustadores? Tudo coisas que os pestinhas não gostam nada...  
 E para a sobremesa umas pipocas fantasmas, uns cupcakes arrepiantes, um bolo assustador ou frutas de susto!!!

Para as mães que gostam de vestir os seus filhos a rigor a H&M e a Zippy têm algumas peças alusivas ao tema.
 HM
ZIPPY
 
Espero que gostem e que se divirtam!!!
 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Dias de Outono com sabor a Verão!

Estamos em outubro e, por cá, os dias têm estado fantásticos, céu azul, sol e temperaturas que convidam a banhos de mar e foi isso mesmo que fizemos. Aproveitámos estes dias de pausa do trabalho, pegámos no saco de praia e lá fomos nós. As praias parecem enormes e estão praticamente desertas, podemos correr, atirar pedrinhas ao mar, fazer castelos, estender a toalha à-vontade, cantar...  sem incomodar ninguém! A temperatura da água tem estado muito melhor do que na maioria dos dias de verão, até eu, que sou super friorenta, tenho ido à água, o D então não quer outra coisa. E no fim do dia ainda assistimos a um pôr do sol maravilhoso. Não precisamos de mais nada para um fim de semana perfeito!
Estes têm sido dias de outono com sabor a verão e a única coisa que podemos pedir é mais dias assim!

Praia só para nós!!!


 
 


 



 Ver o amor, a cumplicidade, o carinho e a relação deste dois deixa-me feliz e muito orgulhosa. Feliz por mim, pelo nosso filho e pelo P, por tudo o que temos dado de nós enquanto pais, por tudo o que temos recebido (que tem sido muito, muito mais) e por tudo o que temos aprendido com o nosso pequeno D. Igualmente orgulhosa de mim e do P por tudo o que construímos juntos, pela nossa família, pelas pessoas que somos, pelo nosso filho...
 








Sem dúvida que são estes momentos que passamos juntos e as pequenas coisas que nos enchem de alegria e aconchegam o coração!
 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Voltámos à piscina!

Inscrevemos o D na piscina assim que nasceu não só como medida preventiva contra os afogamentos, que é uma das maiores causas de morte infantil, banheiras, piscinas e até pequenas quantidades de água são perigosas para os bebés, mas também por todos os benefícios quer ao nível respiratório, motor, psíquico, da interação e autonomia...  Nas piscinas informaram-nos que por norma as crianças só iniciam as aulas com 1 ano mas felizmente houve vagas antes e, como assumimos a responsabilidade, o D começou a frequentar a piscina aos 8 meses.
Já tínhamos lido imenso sobre o assunto e falámos também com o pediatra que nos alertou para alguns perigos como as otites e a pele atópica, pesámos os prós e o contras e decidimos ir. Além de todos os benefícios relativos ao desenvolvimento, este tipo de atividades fortalece os vínculos entre o bebé e os pais. Agora passados 20 meses, temos a certeza que tomámos a melhor decisão. O D nunca teve nenhum problema relacionado com a piscina e está cada vez mais à-vontade com a água. Notamos uma maior interação com as outras crianças e professor (pena que mude a cada início do ano letivo) e independência nas tarefas. O D adora, quer sempre ficar mais tempo. Até para nós tem sido muito bom e gratificante!

 No início... 

Como o tempo passa rápido!
 Entrámos com um bebé de colo e agora saímos com um menino pela mão!

Aqui ficam algumas das vantagens da natação:
 
Benefícios da natação:
 
- Desenvolvimento psicomotor: Melhora a coordenação, o equilíbrio e o conhecimento do espaço. Aumenta a força graças aos exercícios musculares, fazendo com que exista um desenvolvimento prematuro nas habilidades psicomotoras tais como gatinhar e caminhar.
 
- Fortalecimento do sistema cardiorrespiratório: É benéfico para a condição cardiovascular e, dessa forma, melhora a resistência do bebé. Amplia a capacidade do seu sistema respiratório e a regulação adequada à sua circulação sanguínea.
 
- Relaxa a criança: Os exercícios suaves combinados com a água a uma temperatura agradável relaxam o bebé, estimulam o seu apetite, aumentam o apetite e fazem com que a criança durma melhor e, como consequência, melhora o seu carácter e comportamento.
 
- Reforça a sua segurança e a sua independência: O bebé sente-se mais seguro e desfruta da natação ao sentir que os seus pais têm a sua atenção concentrada nele. Aumenta o seu sentimento de independência e de auto confiança.
 
- Aumenta o coeficiente intelectual: Está demonstrado que os bebés que fizeram natação nos primeiros 2 anos de vida desenvolveram uma perceção maior do mundo que os rodeia. A água estimula a capacidade de brincadeira da criança e isto repercutirá positivamente nas futuras aprendizagens.
 
- Desenvolve as habilidades vitais de sobrevivência: Aprendem a ultrapassar dificuldades, o que mais à frente utilizarão no dia-a-dia para serem mais autónomos.
 
-  Ajuda na socialização: Estimula a confiança em si mesmo e, dessa forma, melhora a comunicação com os outros. A convivência na piscina com as outras crianças ajudará a criança a relacionar-se melhor, para além de aprender a compartilhar e a realizar atividades junto de outras pessoas.
 
- Fortalece o seu sistema imunitário: São crianças que não sofrem tanto de constipações, otites, etc. Isto porque o seu sistema acostuma-se a uma série de circunstâncias.